Employee Experience: por que a experiência do colaborador começa muito antes do primeiro dia de trabalho

Existe uma pergunta que muitas empresas ainda deixam de fazer e que faz toda diferença no dia a dia corporativo:

Como queremos que as pessoas se sintam ao trabalhar aqui?

Repare que a pergunta não é sobre salário, benefícios ou plano de carreira. Tudo isso importa, claro. Mas a experiência de quem trabalha em uma empresa começa muito antes dessas respostas aparecerem. Ela começa nas pequenas percepções. Na forma como alguém é recebido no primeiro dia, no cuidado com os detalhes, na maneira como a empresa comunica seus valores sem precisar colocá-los em um slide de apresentação. É justamente aí que entra um conceito que vem ganhando espaço nos últimos anos: Employee Experience, ou, em português, experiência do colaborador. Mais do que uma tendência de RH, trata-se de uma mudança de mentalidade. Empresas que entendem que colaboradores não vivem apenas processos. Vivem experiências.

O que é Employee Experience?

Durante muito tempo, as organizações concentraram seus esforços em melhorar processos internos, benefícios e produtividade. Tudo isso continua sendo importante. Mas, aos poucos, ficou claro que existe outro fator capaz de influenciar diretamente o engajamento das equipes: a forma como as pessoas se sentem ao longo da jornada dentro da empresa. Employee Experience é exatamente isso. É a soma de todas as interações que um colaborador tem com a organização, desde o processo seletivo até o momento em que encerra seu ciclo profissional. Cada detalhe comunica alguma coisa. A recepção no primeiro dia, o ambiente de trabalho, o reconhecimento por uma entrega importante, o presente recebido em uma data especial, a comemoração de uma conquista…tudo isso pode parecer pequeno, mas dificilmente é esquecido.

A experiência também é construída pelos detalhes

Imagine duas empresas. Na primeira, um novo colaborador chega, assina documentos, recebe um computador e começa a trabalhar. Na segunda, o processo é praticamente o mesmo. Mas sobre a mesa existe um kit de boas-vindas com uma caderneta personalizada, uma caneca, uma garrafa térmica e uma mensagem escrita à mão especialmente para quem está começando aquela jornada. As duas contrataram um novo profissional, mas apenas uma criou uma memória. Essa diferença pode parecer simples para quem organiza a ação, mas para quem a recebe, ela costuma ter outro significado. É uma forma silenciosa de dizer: “Pensamos em você antes mesmo de você chegar.”

O papel dos brindes dentro da experiência do colaborador

Quando falamos em brindes corporativos, muita gente ainda pensa apenas em eventos ou ações promocionais, mas, dentro das empresas, eles podem cumprir um papel muito mais estratégico. Um produto personalizado dificilmente muda a cultura de uma organização sozinho. Por outro lado, ele pode reforçar comportamentos, simbolizar reconhecimento e tornar momentos importantes mais memoráveis.

É por isso que tantas empresas utilizam brindes em iniciativas como:

  • integração de novos colaboradores;
  • programas de reconhecimento;
  • aniversários de empresa;
  • campanhas internas;
  • ações de saúde e bem-estar;
  • datas comemorativas;
  • celebração de metas alcançadas.

Nesses casos, o objeto deixa de ser apenas um presente, ele passa a representar um momento. E pessoas costumam lembrar muito mais de momentos do que de objetos.

O que realmente faz diferença

Existe um equívoco bastante comum quando falamos sobre brindes corporativos. Achar que o impacto está diretamente ligado ao valor do produto. Nem sempre. Uma lembrança cara entregue sem contexto pode ser esquecida em poucos dias. Já um item simples, entregue no momento certo e acompanhado de uma mensagem verdadeira, dentro do contexto, costuma permanecer por muito mais tempo na memória. Isso acontece porque o cérebro humano cria associações emocionais. Quando um colaborador utiliza diariamente uma mochila, uma garrafa térmica ou uma caderneta recebida em um momento importante da sua trajetória profissional, aquele objeto deixa de ser apenas funcional. Ele passa a carregar significado.

Experiência não se improvisa

Empresas que investem em Employee Experience entendem que cultura organizacional não é construída apenas por discursos. Ela aparece nas escolhas do dia a dia, na forma como as pessoas são acolhidas, no cuidado com cada etapa da jornada, na preocupação em transformar acontecimentos comuns em experiências memoráveis. E isso exige planejamento. Mais do que escolher um produto bonito, é preciso pensar no contexto, no objetivo da ação e na mensagem que ela pretende transmitir.

Um bom brinde entrega mais do que utilidade

Quando existe intenção por trás da escolha, um brinde deixa de ser apenas um item personalizado, ele se torna um ponto de contato entre a empresa e as pessoas que fazem parte dela. É por isso que, antes de perguntar “qual produto vamos entregar?”, talvez exista uma pergunta mais importante.

Que experiência queremos que nossos colaboradores levem desta empresa?

A resposta para essa pergunta costuma orientar escolhas muito melhores. Na C2gifts, acreditamos que brindes corporativos fazem mais sentido quando participam de uma estratégia maior: fortalecer relacionamentos, valorizar pessoas e criar experiências que permaneçam na memória muito depois da entrega do produto.